Case de sucesso em acoplamentos: 4 aplicações reais da PEAGE

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Case de sucesso em acoplamentos: aplicações reais da PEAGE em pneus, madeira, alimentos e grãos

Um case de sucesso em acoplamentos mostra, com uma aplicação real, como um problema de transmissão de potência foi diagnosticado e resolvido: quebras frequentes, troca difícil, ambiente agressivo ou escolha errada de modelo. Neste artigo a PEAGE reúne 4 cases de sucesso em acoplamentos industriais do Paraná e de Santa Catarina, em indústrias de pneus e borracha, madeira e painéis, alimentos e ingredientes e moagem de trigo, com as fotos de campo, o raciocínio de dimensionamento e as soluções: acoplamento Viva com espaçador, Omega HSU e grades Falk T10.

PEAGE é distribuidora autorizada Regal Rexnord em Curitiba, com atendimento no Paraná e em Santa Catarina (PR e SC). Cada case de sucesso em acoplamentos começa com uma visita técnica e o levantamento dos dados da aplicação. Os nomes dos clientes foram omitidos, e os cases são identificados pelo segmento industrial. Fale com a PEAGE.

Resumo dos 4 cases de sucesso em acoplamentos

A tabela resume cada case de sucesso em acoplamentos, com o segmento, o problema, a solução e o resultado:

SegmentoProblemaSoluçãoResultado
Pneus e borrachaAcoplamento de garras com espaçador com quebras frequentes e troca difícil de componentesAcoplamento Viva com espaçador (VS)12 bombas idênticas em troca gradual e novos pontos identificados pelo cliente
Madeira e painéisAcoplamentos de pneu com muitos componentes na montagemAcoplamento Viva, em padronização dos pontos idênticosMontagem mais simples e um só modelo para os pontos iguais
Alimentos e ingredientesInstalação sem fator de serviço e ambiente que ficou úmido e agressivoAcoplamento Omega HSU e redimensionamentoLevantamento por área e padrão de dimensionamento com fator de serviço
Moinho de trigo e grãosCotação de acoplamentos de pino e bucha para elevadores e transportadoresGrades Falk T1020 pontos dimensionados com fator de serviço acima de 2

Como a PEAGE conduz um case de sucesso em acoplamentos

Todo case de sucesso em acoplamentos que a PEAGE acompanha segue o mesmo caminho. A troca de modelo é a parte final, e o que decide o resultado são os passos anteriores:

  1. Visita técnica e fotos do ponto: o time vai até a máquina, vê o acoplamento instalado, o ambiente e o espaço disponível.
  2. Levantamento dos dados: plaqueta do motor e do redutor, rotação, diâmetros dos eixos, distância entre as pontas dos eixos e a história de falhas.
  3. Cálculo do torque e do fator de serviço: o torque nominal vem de kW × 9.550 ÷ rpm (ou de cv × 7.020 ÷ rpm), multiplicado por um fator de serviço que depende do tipo de carga.
  4. Escolha do modelo e do tamanho: confere-se o furo máximo, a rotação, a temperatura, o ambiente e a facilidade de manutenção.
  5. Acompanhamento da montagem: alinhamento, torque dos parafusos e proteção do conjunto.

Esse é o roteiro de todo case de sucesso em acoplamentos citado aqui. O fator de serviço é o ponto mais esquecido. Sem ele, o acoplamento sai subdimensionado para os picos reais da máquina e falha antes do esperado. Para entender o método, veja o guia de dimensionamento de acoplamento.

Case de sucesso em acoplamentos na indústria de pneus e borracha

Desafio
Em uma fábrica de pneus, bombas com acoplamento de garras com espaçador apresentavam quebras frequentes e a substituição dos componentes era difícil.
Diagnóstico
Depois da visita técnica, o time levantou os dados da aplicação e dimensionou a solução para o ponto, priorizando um acoplamento de elemento bipartido, que permite trocar o elemento sem desmontar a bomba.
Solução
Foi dimensionado o acoplamento Viva com espaçador (VS). O elemento de poliuretano em duas metades é instalado e trocado sem mover o motor nem a bomba.
Resultado
O cliente tem 12 bombas idênticas e está trocando o acoplamento aos poucos. Depois da primeira instalação, ele chamou a PEAGE de novo para identificar outros pontos, agora com acoplamentos sem espaçador que precisavam ser trocados em no máximo 4 a 6 meses.
Case de sucesso em acoplamentos: instalação do acoplamento Viva com torquímetro em bomba de indústria de pneus
Aperto dos parafusos do acoplamento Viva com torquímetro, durante a instalação.
Acoplamento elástico instalado entre motor e bomba, em fábrica de pneus
Outro ponto da fábrica, com acoplamento sem espaçador, levantado pela PEAGE.

Por que o Viva com espaçador funcionou nesse case de sucesso em acoplamentos

Em bombas de processo, o espaçador permite abrir o conjunto para trocar o selo mecânico sem deslocar o motor, e o elemento bipartido evita o trabalho de soltar a máquina para trocar uma peça. O catálogo da Rexnord informa que o acoplamento Viva reduz o tempo de parada em até cinco vezes. Os dados completos dos modelos V, VS e VSX estão no guia do acoplamento Viva Rexnord. Esse case de sucesso em acoplamentos mostra que a troca de modelo só funciona quando vem acompanhada do dimensionamento correto do ponto.

Case de sucesso em acoplamentos na indústria de madeira e painéis

Desafio
Uma indústria de madeira e painéis usava acoplamentos de pneu em bombas, modelo que exige vários componentes para a montagem.
Diagnóstico
O cliente já tinha acoplamentos Viva em outros pontos idênticos e via ali uma melhoria de desempenho e de manutenção.
Solução
Substituição por acoplamento Viva, que dispensa a quantidade de componentes de montagem do modelo anterior, e padronização dos pontos iguais no mesmo modelo.
Resultado
Montagem mais simples e um só modelo para os pontos idênticos, o que simplifica o estoque de reposição e o treinamento da manutenção.
Acoplamento Viva instalado em bomba na indústria de madeira e painéis, case de sucesso em acoplamentos
Acoplamento Viva em operação em uma bomba.
Acoplamento de pneu entre motor e bomba, modelo que foi substituído
Acoplamento de pneu em outro ponto, modelo substituído nesse case.

A padronização é um ganho que costuma passar despercebido: quando todos os pontos iguais usam o mesmo modelo, a equipe de manutenção decora o procedimento, o torque dos parafusos e o tamanho do elemento. Veja também a comparação entre os dois acoplamentos elásticos da Rexnord em acoplamento Omega Rexnord: modelos e como escolher. Esse case de sucesso em acoplamentos é um bom exemplo de ganho que não aparece na planilha, mas aparece na rotina da manutenção.

Case de sucesso em acoplamentos na indústria de alimentos

Desafio
Uma indústria de alimentos e ingredientes usa acoplamentos Omega há cerca de 30 anos. Depois de um período de acompanhamento e dimensionamento pela PEAGE, passou a instalar os acoplamentos por conta própria, e isso tende a gerar dimensionamento sem fator de serviço, o que reduz o tempo de operação do acoplamento.
Agravante
O ambiente, que era mais limpo e seco, mudou com o tempo e ficou mais úmido e agressivo, com corrosão e exposição a vapor e temperatura.
Solução
A PEAGE fez o levantamento das áreas da planta (moagem, maceração e refinaria), redimensionou os pontos e indicou o acoplamento Omega HSU, preparado para ambientes úmidos, quentes e com produtos químicos.
Resultado
Relatório de dimensionamento por área, com fator de serviço mínimo de 1,5 (e 2,0 nos pontos com mais esforço ou quebras frequentes), seleção da solução HSU para o ambiente agressivo e a indicação de protetores de eixo Orange Peel.
Bomba e motor com sinais de corrosão em indústria de alimentos, case de sucesso em acoplamentos
Ambiente úmido e agressivo: corrosão em uma bomba da planta.
Bomba em área com vapor e temperatura elevada em indústria de alimentos
Vapor e temperatura em outro ponto levantado.

O cálculo do case de sucesso em acoplamentos de alimentos

O relatório adotou a fórmula padrão de torque com fator de serviço:

Torque nominal (N·m) = Potência (kW) × fator de serviço ÷ rotação (rpm) × 9.550

Com a potência em cv, o fator final é 7.020. Por exemplo, um motor de 30 kW a 1.180 rpm com fator de serviço de 1,5 resulta em 30 × 1,5 ÷ 1.180 × 9.550 = 364 N·m. Sem o fator de serviço, a conta daria 243 N·m, e o acoplamento escolhido seria pequeno demais para os picos da máquina. Veja as opções da linha Omega na página do acoplamento Omega HSU e a proteção do conjunto em protetor de acoplamento Orange Peel. Nesse case de sucesso em acoplamentos, o ambiente foi tão importante quanto o torque.

Case de sucesso em acoplamentos em moinho de trigo e grãos

Desafio
Um moinho de trigo precisava de acoplamentos para redlers (transportadores de corrente) e elevadores. O cliente pediu cotação de acoplamentos de pino e bucha, o modelo que ele conhecia melhor.
Diagnóstico
Em visita, a PEAGE identificou os pontos e coletou os dados de cada aplicação: torque, diâmetro dos eixos, espaço e restrições de montagem.
Solução
A sugestão foi a linha de grades Falk T10, modelo amplamente usado em empresas de grãos dos portos e em cooperativas.
Resultado
O cliente tem 20 pontos entre elevadores e transportadores, todos dimensionados em um relatório técnico, com fator de serviço real acima de 2 e o fator mínimo de 1,25 como referência.
Elevadores de caneca com acionamento em moinho de trigo, case de sucesso em acoplamentos
Elevadores de um moinho de trigo, com acionamento por motor e redutor.
Transportador de corrente (redler) em moinho de trigo
Redler, um dos pontos levantados.
Acoplamento de grade Falk T10 em corte, usado nos elevadores e redlers
Acoplamento de grade Falk T10, em corte.

Como os pontos do case de sucesso em acoplamentos foram dimensionados

O relatório avaliou cinco critérios: o torque requerido, a capacidade de furação dos cubos, as restrições de espaço, as restrições dos eixos disponíveis e a experiência anterior com aplicações parecidas. Alguns pontos do levantamento (valores do relatório, sem identificação do cliente):

PontoTorque calculado (N·m)Eixo (mm)Modelo Falk T10Torque do acoplamento (N·m)Fator de serviço real
Elevador3.9111001110T109.3292,4
Elevador2.8921001100T106.2802,2
Elevador306501060T106842,2
Elevador244501060T106842,8
Elevador6.5391101120T1013.7002,1
Redler3.0391001100T106.2802,1
Redler6.5391101120T1013.7002,1

O fator de serviço real é a relação entre o torque do acoplamento e o torque calculado do ponto. Para os redlers com redutor de 3.039 N·m, o relatório apresentou as duas alternativas: grade Falk T10 (fator de serviço de 2,1) e acoplamento de pino e bucha (fator de serviço de 2,3).

A grade Falk T10 é um acoplamento de grade de aço com cobertura, flexível, que aceita desalinhamento e absorve choques, e se monta com os cubos no lugar. Saiba mais no guia do acoplamento Falk Steelflex T10. Esse case de sucesso em acoplamentos mostra o valor de levantar o ponto em campo antes de cotar o modelo que o cliente já conhece.

O que os cases de sucesso em acoplamentos têm em comum

Ao comparar os quatro cases de sucesso em acoplamentos, aparecem padrões que valem para qualquer fábrica. Cada case de sucesso em acoplamentos deixou uma lição prática:

  • A visita técnica vem antes da cotação. No case de grãos, o pedido inicial era de acoplamento de pino e bucha, e a visita levou a uma solução mais adequada. No de pneus, ela levou a uma solução para as quebras.
  • O fator de serviço decide o tamanho. No case de alimentos, a falta dele foi a causa das falhas. No de grãos, todos os pontos ficaram com fator real acima de 2.
  • O ambiente muda com o tempo. Um acoplamento escolhido para uma área limpa e seca precisa ser revisto quando ela passa a ter umidade, vapor ou produtos químicos.
  • Facilidade de manutenção pesa. Elemento bipartido (Viva), poucos componentes e troca sem mover a máquina reduzem a parada.
  • Padronizar simplifica. Pontos idênticos com o mesmo modelo simplificam estoque e treinamento.
  • Um case gera outro. No case de pneus, o cliente voltou à PEAGE para levantar novos pontos.

Sinais de que o seu acoplamento precisa de revisão

Se algum destes sinais aparece na sua fábrica, o ponto pode virar o próximo case de sucesso em acoplamentos:

  • O elemento ou a grade quebra ou se desgasta antes do prazo previsto, ou precisa de troca a cada poucos meses.
  • A troca exige desmontar o motor ou a máquina.
  • O ponto tem vibração, aquecimento ou barulho fora do normal.
  • A área mudou (mais umidade, produtos químicos, vapor ou temperatura) desde a escolha do acoplamento.
  • A instalação foi feita sem cálculo de torque e de fator de serviço.
  • Há vários modelos diferentes em pontos iguais, sem padrão.
  • O acoplamento é um modelo de muitos componentes, que atrasa a manutenção.

Como pedir uma visita técnica

Para a PEAGE avaliar o seu caso e transformá-lo no próximo case de sucesso em acoplamentos, tenha em mãos:

  • Fotos do ponto e do acoplamento instalado (e do modelo, se estiver legível).
  • Plaqueta do motor e do redutor, com potência e rotação.
  • Diâmetros dos eixos e a distância entre as pontas.
  • Histórico de falhas: com que frequência quebra e como.
  • Ambiente: úmido, quente, químico, poeira, área classificada.

Com isso, a PEAGE indica a solução e, quando o caso pede, faz a visita técnica no Paraná e em Santa Catarina. Veja a linha de acoplamentos industriais e a marca Rexnord.

Perguntas frequentes sobre case de sucesso em acoplamentos

O que é um case de sucesso em acoplamentos?

É o relato de uma aplicação real em que um problema de acoplamento foi diagnosticado e resolvido, com o desafio, a solução escolhida e o resultado. Os cases da PEAGE mostram aplicações de pneus, madeira, alimentos e grãos, sem identificar os clientes.

Por que o acoplamento Viva reduz o tempo de parada?

O elemento de poliuretano do Viva é bipartido: as duas metades são instaladas e trocadas sem mover o motor nem a máquina. Segundo a Rexnord, isso reduz o tempo de parada em até cinco vezes.

Qual acoplamento usar em ambiente úmido e agressivo?

Em ambientes úmidos, quentes e com produtos químicos, a PEAGE indica a linha Omega HSU. A escolha depende do torque, da rotação e das condições do local, e passa pela visita técnica e pelo cálculo com fator de serviço.

Por que usar grade Falk T10 em elevadores e transportadores?

A grade Falk T10 é um acoplamento de grade de aço, flexível, usado em grande escala por empresas de grãos e cooperativas. No case do moinho de trigo, ela foi dimensionada em 20 pontos de elevadores e redlers, com fator de serviço real acima de 2.

O que é fator de serviço e por que ele importa?

É um multiplicador do torque que considera o tipo de carga, as partidas e os choques da máquina. Sem ele, o acoplamento fica subdimensionado para os picos reais e falha antes do esperado. O torque é calculado por kW × 9.550 ÷ rpm e multiplicado pelo fator de serviço.

A PEAGE faz visita técnica para avaliar acoplamentos?

Sim. A PEAGE avalia a aplicação, levanta os dados do ponto e dimensiona o acoplamento, com atendimento a indústrias do Paraná e de Santa Catarina. Você também pode enviar fotos, a plaqueta do motor e as medidas pelo WhatsApp.

Vale a pena padronizar o modelo de acoplamento da fábrica?

Em pontos idênticos, sim. Um só modelo simplifica o estoque de reposição, o procedimento de montagem e o treinamento da equipe de manutenção, como ocorreu no case da indústria de madeira e painéis.

A PEAGE fornece Viva, Omega HSU e Falk T10?

Sim. A PEAGE, distribuidora autorizada Regal Rexnord com sede e loja em Curitiba, fornece o acoplamento Viva, o Omega HSU e as grades Falk T10, com a seleção feita pelo time técnico.

Quer o seu próprio case de sucesso?

Envie fotos do acoplamento instalado, a plaqueta do motor e as medidas. A PEAGE indica a solução e, se o caso pedir, faz a visita técnica no Paraná e em Santa Catarina.

Falar no WhatsApp: (41) 3026-1634

Veja também a linha de acoplamentos industriais ou a página de contato.

Os cases foram elaborados a partir de relatórios e acompanhamentos técnicos da PEAGE, com os nomes dos clientes omitidos. Os resultados dependem das condições de cada aplicação. Viva, Omega e Falk são marcas da Regal Rexnord.

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