Treinamento de acoplamentos industriais: temas e como funciona

•

21 min de leitura

•

Treinamento de acoplamentos da PEAGE: bancada com peças reais, montagem e inspeção

O treinamento de acoplamentos da PEAGE ensina mecânicos, manutenção, PCM, compras e almoxarifado a escolher, dimensionar, instalar e inspecionar acoplamentos industriais. São 5 módulos, em média 4 horas por turma, com peças reais na bancada e certificado de participação, e o conteúdo é adaptado aos equipamentos da planta. Neste artigo você vê por que fazer, o programa com o cronograma de cada módulo, o que a equipe aprende (com exemplos de cálculo), como o treinamento funciona antes, durante e depois, e como agendar para o seu time no Paraná ou em Santa Catarina.

PEAGE é distribuidora autorizada Regal Rexnord/Falk e KTR em Curitiba, com atendimento no Paraná e em Santa Catarina (PR e SC). Quer o programa do treinamento em PDF para mostrar à gestão? Peça pelo WhatsApp.

O que é o treinamento de acoplamentos da PEAGE

É um treinamento técnico, dado na empresa do cliente, sobre acoplamentos industriais. Ele une teoria, cálculo e prática: a PEAGE leva a bancada com acoplamentos reais, ferramentas, catálogos e manuais, e a equipe monta, mede e inspeciona as peças com o instrutor. O programa do treinamento de acoplamentos cobre desde o conceito (o que um acoplamento faz e o que ele não faz) até a instalação e a inspeção de cada família de acoplamento que a PEAGE fornece.

Bancada do treinamento de acoplamentos da PEAGE com acoplamentos Regal Rexnord e ferramentas
Bancada do treinamento de acoplamentos, com peças reais e torquímetro.
Instalação de acoplamento na bancada durante o treinamento de acoplamentos
Prática de montagem na bancada.

A PEAGE atua desde 1967 em acionamento mecânico, com acoplamentos, redutores, freios, motores e plásticos industriais, e é distribuidora das marcas Falk, Rexnord, KTR e Acionac. O treinamento de acoplamentos nasce desse dia a dia: dimensionamento, mapeamento de aplicações e suporte técnico aos clientes.

Por que fazer o treinamento de acoplamentos

O acoplamento é um componente barato perto do equipamento que ele liga, e quando falha, para a máquina. Um treinamento de acoplamentos ajuda a equipe a:

  • Escolher o acoplamento certo para cada operação, pelo torque, pela rotação, pelo furo e pela distância entre eixos;
  • Instalar com segurança, com o ajuste dos cubos, o torque dos parafusos e o alinhamento corretos;
  • Aumentar a eficiência e reduzir falhas operacionais, porque a maioria das falhas de acoplamento aponta para desalinhamento, instalação ou escolha errada;
  • Tirar dúvidas e nivelar o conhecimento entre a equipe operacional e a administrativa (compras, almoxarifado), que passa a falar a mesma língua ao pedir e conferir peças.

Em resumo, o treinamento de acoplamentos amplia a confiabilidade e a disponibilidade dos ativos. Veja um resultado concreto no case de sucesso em acoplamentos.

Para quem é o treinamento de acoplamentos

PerfilO que ganha
Mecânicos e técnicos de manutençãoMontagem, alinhamento e inspeção feitos do jeito certo, com os torques e as tolerâncias de cada acoplamento.
Gestores de manutenção e PCMCritério para especificar, padronizar modelos e planejar a reposição na parada.
Compras e almoxarifadoLeitura da nomenclatura e dos dados necessários para cotar a peça certa, sem erro de pedido.
Engenharia e projetosMétodo de dimensionamento por torque e fator de serviço, com exemplos resolvidos.

O conteúdo do treinamento de acoplamentos é adaptável ao perfil da turma e aos equipamentos da planta: se a fábrica usa mais acoplamentos elásticos, a carga maior vai para esse módulo.

Programa do treinamento de acoplamentos: 5 módulos

O cronograma padrão do treinamento de acoplamentos tem cinco módulos, mais um encerramento com cases de sucesso e interação com os participantes. Os tempos abaixo são os do programa-base do treinamento de acoplamentos e podem ser ajustados.

MóduloDuraçãoConteúdo
1. Visão geral45 minApresentação, tipos de acoplamento e dimensionamento.
2. Acoplamentos elásticos1h30Omega e Viva (características, instalação e manutenção) e Wrapflex.
3. Acoplamento de engrenagem Falk G2050 minCaracterísticas, instalação, manutenção e inspeção.
4. Acoplamento de grade Falk T1040 minCaracterísticas, comparativo F x T10, instalação e manutenção.
5. Acoplamento de lâminas Thomas30 minCaracterísticas, instalação e manutenção.
Encerramento–Cases de sucesso e interação com os participantes.

Módulo 1: conceitos básicos, tipos e dimensionamento

O primeiro módulo do treinamento de acoplamentos (45 minutos) dá a base para o resto. O acoplamento é o elemento de máquina que transmite torque por movimento de rotação, ligando dois eixos, como motor e bomba, motor e redutor ou redutor e equipamento. Ele tem três funções: conectar os dois eixos, transmitir torque e acomodar desalinhamentos.

Desalinhamento: o que é inevitável

Os desalinhamentos mais comuns são o paralelo e o angular, sem esquecer o famoso pé manco, em que o pé do equipamento não assenta direito na base. A regra do módulo é: acoplamentos não absorvem desalinhamento, eles acomodam o desalinhamento inevitável entre eixos. Alinhar bem continua sendo obrigação da manutenção. Veja o guia do calço de alinhamento.

Tipos de acoplamento e como escolher a família

FamíliaExemplosDados do programa
Elásticos (não lubrificados)Omega, Viva, Wrapflex e RotexOmega: eixos até 229 mm, torque até 48.000 N·m, −40 °C a +93 °C. Viva: V110 a V460, eixos até 165 mm, até 6.270 N·m. Wrapflex: 5R a 80R, eixos até 190 mm, até 15.000 N·m, −40 °C a +95 °C. Rotex: eixos até 200 mm, até 35.000 N·m, −40 °C a +120 °C.
Engrenagem (lubrificados)Falk Lifelign GTamanhos 1010G a 1140/2140G, eixos até 460 mm, torque de mais de 1 milhão de N·m.
Grade (lubrificados)Falk Steelflex T10 e T20Tamanhos 1020T a 1260T, eixos até 508 mm, torque até 932.000 N·m.
Lâminas (sem lubrificação)ThomasTorque até 350.000 N·m, velocidade de até 36.000 rpm.

Conheça cada uma nos guias da PEAGE: Omega, Viva, Wrapflex, Rotex, grade Falk T10 e lâminas Thomas.

Dimensionamento: o torque da aplicação

O dimensionamento parte da capacidade de torque e do fator de serviço (FS) conforme o equipamento acionado. A fórmula ensinada é:

T = P × 9.550 × FS ÷ rpm, com T em N·m, P em kW e rpm da rotação no ponto do acoplamento. Se a potência estiver em cv, a constante é 7.020. Para a mesma potência, o torque varia com a rotação: o eixo de baixa rotação tem torque alto, e o de alta rotação, torque baixo.

Outro ponto do módulo: a temperatura que importa é a do eixo onde o cubo está instalado, porque é ali que o calor chega ao elemento elástico, e há grande dissipação ao longo do equipamento.

Exemplo 1: bomba centrífuga com acoplamento elástico

Dados: bomba de água, motor de 50 kW, 1.750 rpm, eixos de 55 e 60 mm e distância entre as pontas dos eixos (medida C) de 180 mm. Com FS 1,25:

  • Torque: 50 × 9.550 × 1,25 ÷ 1.750 = 341 N·m.
  • O Omega E30-M tem 412 N·m: atende ao torque, à rotação (5.800 rpm) e ao furo (75 mm).
  • Mas a medida C do E30-M vai de 9 a 68 mm, e o projeto pede 180 mm. Não atende.
  • A saída é o modelo com espaçador: o Omega ES30-M tem a mesma capacidade de torque e de furo, rotação máxima de 4.200 rpm (maior que 1.750) e medida C de 52 a 180 mm. Atende.

Exemplo 2: elevador de canecas de grãos

Dados: motor de 45 kW, 55 rpm, eixos de 80 e 95 mm, medida C de 5 a 7 mm, soja a granel, FS 1,25.

  • Torque: 45 × 9.550 × 1,25 ÷ 55 = 9.767 N·m.
  • A grade Falk 1120T10 tem 13.700 N·m, o que dá fator de serviço real de 1,4. A rotação máxima é de 2.025 rpm, o furo máximo de 140 mm e a medida C de 6 mm, tudo dentro do exigido.
  • Nessa mesma aplicação, alguns clientes usam o Omega, mas o fator precisa ser 2,5 no lugar de 1,25.

O treinamento de acoplamentos repete esse roteiro com os dados da sua planta: torque, rotação, furo, medida C e ambiente. Para aprofundar, leia o guia de dimensionamento de acoplamento de lâminas.

Módulo 2: acoplamentos elásticos

O módulo mais longo (1h30) é o dos elásticos, os mais usados em bombas, ventiladores e transportadores. Cada acoplamento é visto em três etapas: características, instalação e manutenção.

Omega e Viva (50 minutos)

O Omega e o Viva têm elemento de poliuretano bipartido: o elemento é aberto em duas metades e trocado sem mover os equipamentos. O treinamento de acoplamentos mostra os benefícios e os cuidados:

  • Sem lubrificação e com inspeção visual, sem desmontar;
  • Cubos reversíveis e intercambiáveis, que permitem diversas distâncias entre eixos e reduzem o estoque;
  • Parafusos radiais, de acesso fácil mesmo em espaço reduzido;
  • Versões do elemento: Standard, HDY (mais rígido) e HSU (para ambientes quentes e úmidos e contato com produtos químicos). Veja o Omega HSU;
  • Modelos com espaçador para bombas: Omega ES2 a ES80 e Viva VS110 a VS460.
Maleta do treinamento de acoplamentos com elementos Omega, cubos e acoplamentos de engrenagem
Maleta de demonstração: elementos elásticos, cubos e acoplamentos de engrenagem.
Peças de acoplamentos na bancada do treinamento de acoplamentos
Cubos, elementos e peças na bancada do treinamento.

Instalação do Omega e do Viva

  • Refuragem dos cubos: ajuste deslizante H7 e rasgo de chaveta conforme DIN 6885, com parafuso allen sobre a chaveta.
  • Eixo retraído no cubo: o comprimento do eixo dentro do cubo (Y) deve ser no mínimo 0,8 vez o diâmetro do eixo (X). Exemplo: um eixo de Ø50 mm em um cubo E30 (58 mm) deve ter ao menos 40 mm inseridos, ou seja, pode ficar 18 mm retraído.
  • Torque dos parafusos conforme a tabela de cada tamanho, sem lubrificar os parafusos de fixação.
  • Nunca trocar só uma metade do elemento: as metades são fornecidas balanceadas e formam um par.

Manutenção e inspeção

O módulo ensina a ler os sinais: a fadiga (rasgo gradual na lateral do elemento, em geral por desalinhamento, partidas frequentes ou variação de torque), a sobrecarga (torque muito acima da classificação do catálogo), a má fixação dos parafusos (as marcas no furo mostram se o aperto foi correto, solto ou excessivo) e a oxidação. A etiqueta com o trimestre e o ano de fabricação também entra no controle do estoque.

Wrapflex (11 minutos)

O Wrapflex (5R a 80R) tem elemento de poliuretano com capa e permite a troca sem mover os equipamentos. O treinamento mostra a instalação, a distância entre as pontas dos eixos e as falhas comuns: sobrecarga, fadiga torsional, desgaste por desalinhamento e efeito do ambiente. Veja o guia do acoplamento Wrapflex.

Quando a planta usa acoplamentos de garras, o instrutor inclui também o Rotex, com a inspeção do desgaste do elemento por medidor de folga.

Módulo 3: acoplamento de engrenagem Falk G20

O acoplamento de engrenagem Falk Lifelign G é lubrificado e de alto torque em tamanho compacto. O módulo (50 minutos) apresenta o G20, com dois cubos flexíveis, duas capas e kit de parafusos, que aceita desalinhamentos paralelo, angular e axial, e o G52, que aceita só desalinhamento angular e axial e é usado em eixos flutuantes.

  • Instalação: cubos com ajuste por interferência, rasgo de chaveta conforme DIN 6885 e possibilidade de montar os cubos invertidos.
  • Lubrificação: todo acoplamento da linha G precisa ser lubrificado. Com a graxa Falk LTG, há uma velocidade mínima por tamanho. Abaixo dela, usa-se graxa NLGI 0, e abaixo da metade, óleo ou graxa com aditivo EP.
  • Inspeção: medir o backlash do engrenamento girando a capa até o batente nos dentes e comparar com o limite de troca do catálogo. Acima do limite, o desgaste passou do permitido.
  • Falhas: a causa mais comum é a lubrificação deficiente (enchimento insuficiente, vedação danificada, viscosidade errada), seguida do desalinhamento excessivo.

Veja as páginas de produto do Falk Lifelign G20 e da graxa Falk LTG.

Módulo 4: acoplamento de grade Falk T10

O módulo de grade (40 minutos) apresenta o Steelflex T (1020T a 1260T) e compara com a linha F, que ainda existe em muitas plantas:

  • T10: capa com abertura radial, custo menor, até o 1260T. T20: capa com abertura axial, para velocidades mais altas, até o 1170T.
  • Grade trapezoidal: o perfil cônico facilita a montagem nas ranhuras dos cubos. A linha F tinha grade retangular, mais difícil de instalar, e, a partir do 12F, grade em 4 partes, o que gerava erro de montagem. No T10, são 2 partes.
  • Capacidade de torque de cerca de 3 vezes a da linha F no mesmo tamanho, segundo o fabricante.
  • Instalação: cubos com ajuste folgado (F7) até o 1090T e com interferência a partir do 1100T. No aquecimento do cubo, 135 °C uniformes no furo bastam, sem passar de 205 °C e sem aquecer os dentes diretamente.
  • Manutenção anual: conferir alinhamento e torque dos parafusos, inspecionar o anel de vedação e a junta, e medir a espessura da grade e do dente do cubo contra o mínimo da tabela.

As marcas na capa também informam: marcas muito profundas indicam desalinhamento paralelo acima do recomendado, e marcas irregulares, desalinhamento angular excessivo. Para trocar da linha F para a T, veja o guia do T10 Steelflex Falk.

Módulo 5: acoplamento de lâminas Thomas

O último módulo (30 minutos) é o dos acoplamentos de lâminas Thomas, que trabalham sem lubrificação, aceitam balanceamento dinâmico e altas velocidades, e usam as lâminas metálicas como uma mola para acomodar o desalinhamento. A capacidade de torque depende do número de parafusos, do aperto, da espessura do pacote e do número de lâminas.

  • XTSR 71 (com adaptador, eixos até 400 mm) e XTSR 52 (sem adaptador, eixos até 320 mm), com 21 tamanhos cada e balanceamento AGMA classe 9.
  • 54RDG: usado no lugar de acoplamentos de engrenagem e de grade quando o espaço entre eixos é mínimo, com o componente central dividido axialmente.
  • Instalação: se o cubo for por interferência, aquecer a 177 °C (nunca acima de 260 °C), alinhar paralelo, angular e axialmente, conferir a medida C e a medida N em 4 posições, e lubrificar as roscas dos parafusos. O aperto é sempre na contraporca, nunca no parafuso.
  • Inspeção: o módulo mostra como reconhecer ataque químico (cor avermelhada entre as lâminas), compressão ou alongamento axial, fixação solta, trincas por desalinhamento e deformação por sobrecarga.

Veja os guias do acoplamento de lâminas Thomas e do Lamiflex.

Como funciona o treinamento: antes, durante e depois

O treinamento de acoplamentos acontece em três fases, e o trabalho da PEAGE começa antes da aula e continua depois dela.

  • A PEAGE levanta as necessidades técnicas da planta e alinha os temas com a manutenção.
  • Define os participantes (mecânicos, gestores de manutenção, PCM e compras), os objetivos e como medir o resultado.
  • Confirma data, local e recursos: sala, projetor ou TV e acesso para levar o material e a bancada.

Durante

  • Instrutor técnico qualificado, em ambiente organizado e participativo, com folder, catálogos, manuais e peças.
  • Registro de fotos do treinamento, com a autorização dos participantes.
  • Oportunidades levantadas na aula (por exemplo, acoplamentos com problema) anotadas para tratar depois.

Depois

  • Certificado de participação personalizado e assinado digitalmente, com a lista de presença, em pasta compartilhada com o PDF do treinamento e as fotos.
  • Pesquisa de satisfação do treinamento, para a PEAGE melhorar o conteúdo.
  • Inspeção de campo: visita ao local para avaliar a instalação e o desempenho dos acoplamentos, de preferência na parada de manutenção, com os equipamentos desligados e as proteções abertas.
  • Consultoria técnica: proposta de melhorias nos equipamentos e processos identificados. Veja o checklist de parada programada.

Formato, certificado e como agendar

ItemDetalhe
Duração média4 horas por turma.
HorárioFlexível: manhã, tarde ou conforme a necessidade da planta.
LocalNa empresa do cliente, no Paraná e em Santa Catarina.
CertificaçãoCertificado de participação para cada aluno.
ConteúdoAdaptável conforme o perfil da turma e os equipamentos da planta.
Condições comerciaisSob consulta com a PEAGE.

Para agendar o treinamento de acoplamentos, informe a empresa, a quantidade de participantes, as áreas envolvidas e os acoplamentos mais usados na planta. A PEAGE monta o programa e confirma data e horário.

Perguntas frequentes sobre o treinamento de acoplamentos

O que é o treinamento de acoplamentos da PEAGE?

É um treinamento técnico, dado na empresa do cliente, sobre escolha, dimensionamento, instalação e inspeção de acoplamentos industriais, com peças reais na bancada e certificado de participação.

Quanto tempo dura o treinamento de acoplamentos?

A duração média é de 4 horas por turma, com horário flexível de manhã, de tarde ou conforme a necessidade da planta. O cronograma tem 5 módulos e pode ser ajustado.

Quais temas o treinamento de acoplamentos aborda?

Conceitos básicos e tipos de acoplamento, dimensionamento por torque e fator de serviço, acoplamentos elásticos (Omega, Viva e Wrapflex), engrenagem Falk G20, grade Falk T10 e lâminas Thomas, com instalação, manutenção e inspeção de cada um.

Para quem é o treinamento de acoplamentos?

Para mecânicos, técnicos e gestores de manutenção, PCM, engenharia, compras e almoxarifado. O conteúdo é adaptado ao perfil da turma.

O treinamento de acoplamentos tem certificado?

Sim. Cada participante recebe certificado de participação personalizado, assinado digitalmente, em pasta compartilhada com a lista de presença, o PDF do treinamento e as fotos.

O treinamento é feito na empresa do cliente?

Sim. A PEAGE leva a bancada com peças reais, ferramentas, catálogos e manuais, e precisa de uma sala com projetor ou TV.

O conteúdo pode ser adaptado aos equipamentos da planta?

Sim. O programa-base tem 5 módulos, e a carga de cada um muda conforme os acoplamentos que a fábrica usa e o perfil dos participantes.

Como calcular o torque para escolher um acoplamento?

Use T = P × 9.550 × FS ÷ rpm, com T em N·m, P em kW e a rotação do ponto do acoplamento. Depois confira a capacidade de torque do modelo, a rotação máxima, o furo máximo e a medida entre as pontas dos eixos.

O que acontece depois do treinamento de acoplamentos?

A PEAGE envia os certificados e o material, aplica a pesquisa de satisfação e pode agendar uma inspeção de campo e propor melhorias nos equipamentos identificados.

Como agendar o treinamento de acoplamentos?

Fale com a PEAGE pelo WhatsApp (41) 3026-1634 e informe a empresa, a quantidade de participantes, as áreas envolvidas e os acoplamentos mais usados. A equipe monta o programa e confirma data e horário.

Agende o treinamento de acoplamentos para a sua equipe

Mais conhecimento, mais segurança e mais confiabilidade nos equipamentos. A PEAGE atende o Paraná e Santa Catarina.

Agendar pelo WhatsApp: (41) 3026-1634

Veja também a linha de acoplamentos industriais ou a página de contato.

Conteúdo do treinamento de acoplamentos da PEAGE (programa 2025). Os exemplos de cálculo são do material do treinamento, e a seleção final de cada acoplamento deve ser conferida pelo time técnico. Para o conceito de torque, veja a referência.

Portfólio

PEAGE

Descubra a excelência em cada detalhe com o portfólio de produtos da PEAGE. Priorizando qualidade e performance, disponibilizamos uma gama minuciosamente selecionada de produtos provenientes exclusivamente das melhores marcas nacionais e internacionais. Garanta a eficiência operacional da sua empresa. Porque na PEAGE, a qualidade é mais que uma promessa, é um compromisso.

Logomarca_RegalRexnord 1 v2
Falk_logo
KTR_logo
Ensinger_logo
Acionac_logo
WEG_logo
Marathon_logo
STM_logo v2

Telefones e Email

(41) 3026-1634
vendas.curitiba@peage.com.br

Horários de Atendimento

Segunda à Sexta: 8h30 às 17h20
*Intervalo Almoço: 12h00 - 13h00

Endereço

R. Francisco Nunes, 523 - Rebouças,
Curitiba - PR, 80215-000

PAG COMERCIO E REPRESENTAÇÃO DE EQUIPAMENTOS INDUSTRIAS LTDA
CNPJ 75.117.101/0001-46